quinta-feira, 27 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Pequenas, grandes vitórias
Hoje vivenciei um pequeno momento que me encheu de felicidade o resto do dia.Um utente dirigiu-se ao Serviço para apenas falar comigo e agradecer-me a intervenção. Só por si já seria um momento especial, mas a pessoa em questão transformou-o em mágico. Após o agradecimento a pessoa refere estas palavras:"sabe que quando tinha saúde assinei muitos contratos e usava sempre a mesma caneta e em todos eles obtive muito sucesso.É por isso que quero dar-lhe a caneta, para que possa celebrar também na sua vida muitos contratos com sucesso."Quem me conhece bem, sabe que isto é coisa para me por a chorar desalmadamente e compulsivamente. Mas desta vez, não. Apenas sorri.
Ao Sr. A. por me lembrar que vale sempre a pena
Ao Sr. A. por me lembrar que vale sempre a pena
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
A Mighty Heart

Para além de um história real, este filme conta com o desempenho notável de Angelina Jolie(de quem não sou fã mas tenho que reconhecer todo o mérito de interpretar com tanta intensidade o papel da viúva de Daniel Pearl).Gostei tanto do filme que comprei o livro a Mighty Heart, que li em 2 noites, e confesso que fiquei curiosa por saber um pouco mais sobre o percurso do jornalista Daniel Pearl. Enfim uma história real, sem um final feliz, mas que inspira o mundo a mostrar o melhor de cada ser humano.

Senhor António Costa,
Espero encontrá-lo de boa saúde para poder cumprir o seu mandato com toda a arrogância que o caracteriza. Para o efeito, deixo algumas sugestões: Que tal contratar equipas de marketing para encontrar ideias mais inovadoras e menos óbvias de financiar a sua Câmara Municipal? Nós, Portugueses fervorosos, gostamos de dramas e unimo-nos na tragédia. Porque não passa um filme sobre a situação deplorável das finanças Lisboetas? Se conseguir apelar ao sentimento – mesmo fazendo recurso à exposição da sua vida sexual miserável– pode ser que lhe consigamos uma audiência com o Papa para confessar as suas angústias.
Radares e multas de estacionamento é que já começam a chatear. Ainda consegue despoletar uma guerra civil, mesmo não se tendo lembrado de fazer essa promessa em campanha.
Claro que compreendo e sou solidária se me disser que a Câmara fez um investimento bastante significativo em radares e que espera retorno nos dois primeiros meses de funcionamento. Mas, a ser assim, o limite de 50 não cumpre integralmente o objectivo. Pode reduzir para 30 e colocar obstáculos na estrada para fazer gincanas. Pelo menos é mais lúdico. Haveria um decréscimo significativo de recurso à Playstation o que podia salvar muitos casamentos. Ficaria conhecido como o Santo António contemporâneo e dedicar-se, então, à Santa Fé ( já que de gestão de municípios não percebe muito). Já viu as mais valias?
Atendendo ao facto de nos últimos tempos ter sido objecto de atenção dos flashes instalados como expressão de terrorismo moderno, vamos fazer um negócio: esquecemos as multas e dá-me o NIB da Câmara para que possa fazer, mensalmente, umas doações ao abrigo da Lei do Mecenato. Pelo menos ainda tenho algum retorno no IRS!
Perdoe-me a petulância, Sr. António, mas hoje sei que candidatos que não se façam acompanhar pelo Toy, não merecem a minha confiança.
Espero encontrá-lo de boa saúde para poder cumprir o seu mandato com toda a arrogância que o caracteriza. Para o efeito, deixo algumas sugestões: Que tal contratar equipas de marketing para encontrar ideias mais inovadoras e menos óbvias de financiar a sua Câmara Municipal? Nós, Portugueses fervorosos, gostamos de dramas e unimo-nos na tragédia. Porque não passa um filme sobre a situação deplorável das finanças Lisboetas? Se conseguir apelar ao sentimento – mesmo fazendo recurso à exposição da sua vida sexual miserável– pode ser que lhe consigamos uma audiência com o Papa para confessar as suas angústias.
Radares e multas de estacionamento é que já começam a chatear. Ainda consegue despoletar uma guerra civil, mesmo não se tendo lembrado de fazer essa promessa em campanha.
Claro que compreendo e sou solidária se me disser que a Câmara fez um investimento bastante significativo em radares e que espera retorno nos dois primeiros meses de funcionamento. Mas, a ser assim, o limite de 50 não cumpre integralmente o objectivo. Pode reduzir para 30 e colocar obstáculos na estrada para fazer gincanas. Pelo menos é mais lúdico. Haveria um decréscimo significativo de recurso à Playstation o que podia salvar muitos casamentos. Ficaria conhecido como o Santo António contemporâneo e dedicar-se, então, à Santa Fé ( já que de gestão de municípios não percebe muito). Já viu as mais valias?
Atendendo ao facto de nos últimos tempos ter sido objecto de atenção dos flashes instalados como expressão de terrorismo moderno, vamos fazer um negócio: esquecemos as multas e dá-me o NIB da Câmara para que possa fazer, mensalmente, umas doações ao abrigo da Lei do Mecenato. Pelo menos ainda tenho algum retorno no IRS!
Perdoe-me a petulância, Sr. António, mas hoje sei que candidatos que não se façam acompanhar pelo Toy, não merecem a minha confiança.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Neuza
Existem pessoas com o dom especial de nos fazer sentir bem, mesmo quando nos sentimos as piores pessoas do mundo.A Neuza é sem dúvida uma delas.Por isso aqui está a minha homenagem, aquela que acrescenta ao mundo um sorriso que o torna um pouco mais bonito.
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