Dóis-me por dentro. Intoxicas-me a alma e o que resta de mim. És um vício que desejo e repugno. És tu.
Dóis-me por dentro. Invades-me os sonhos, puxas-me para perto, inebrias-me. Depois despedaças-me com um sorriso. Continuas a ser tu.
Dóis-me por dentro. Mas doías mais se saísses de mim. Sempre foste tu.
Dói-me por dentro!
domingo, 30 de dezembro de 2007
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Viagens
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