
Senhor António Costa,
Espero encontrá-lo de boa saúde para poder cumprir o seu mandato com toda a arrogância que o caracteriza. Para o efeito, deixo algumas sugestões: Que tal contratar equipas de marketing para encontrar ideias mais inovadoras e menos óbvias de financiar a sua Câmara Municipal? Nós, Portugueses fervorosos, gostamos de dramas e unimo-nos na tragédia. Porque não passa um filme sobre a situação deplorável das finanças Lisboetas? Se conseguir apelar ao sentimento – mesmo fazendo recurso à exposição da sua vida sexual miserável– pode ser que lhe consigamos uma audiência com o Papa para confessar as suas angústias.
Radares e multas de estacionamento é que já começam a chatear. Ainda consegue despoletar uma guerra civil, mesmo não se tendo lembrado de fazer essa promessa em campanha.
Claro que compreendo e sou solidária se me disser que a Câmara fez um investimento bastante significativo em radares e que espera retorno nos dois primeiros meses de funcionamento. Mas, a ser assim, o limite de 50 não cumpre integralmente o objectivo. Pode reduzir para 30 e colocar obstáculos na estrada para fazer gincanas. Pelo menos é mais lúdico. Haveria um decréscimo significativo de recurso à Playstation o que podia salvar muitos casamentos. Ficaria conhecido como o Santo António contemporâneo e dedicar-se, então, à Santa Fé ( já que de gestão de municípios não percebe muito). Já viu as mais valias?
Atendendo ao facto de nos últimos tempos ter sido objecto de atenção dos flashes instalados como expressão de terrorismo moderno, vamos fazer um negócio: esquecemos as multas e dá-me o NIB da Câmara para que possa fazer, mensalmente, umas doações ao abrigo da Lei do Mecenato. Pelo menos ainda tenho algum retorno no IRS!
Perdoe-me a petulância, Sr. António, mas hoje sei que candidatos que não se façam acompanhar pelo Toy, não merecem a minha confiança.
Espero encontrá-lo de boa saúde para poder cumprir o seu mandato com toda a arrogância que o caracteriza. Para o efeito, deixo algumas sugestões: Que tal contratar equipas de marketing para encontrar ideias mais inovadoras e menos óbvias de financiar a sua Câmara Municipal? Nós, Portugueses fervorosos, gostamos de dramas e unimo-nos na tragédia. Porque não passa um filme sobre a situação deplorável das finanças Lisboetas? Se conseguir apelar ao sentimento – mesmo fazendo recurso à exposição da sua vida sexual miserável– pode ser que lhe consigamos uma audiência com o Papa para confessar as suas angústias.
Radares e multas de estacionamento é que já começam a chatear. Ainda consegue despoletar uma guerra civil, mesmo não se tendo lembrado de fazer essa promessa em campanha.
Claro que compreendo e sou solidária se me disser que a Câmara fez um investimento bastante significativo em radares e que espera retorno nos dois primeiros meses de funcionamento. Mas, a ser assim, o limite de 50 não cumpre integralmente o objectivo. Pode reduzir para 30 e colocar obstáculos na estrada para fazer gincanas. Pelo menos é mais lúdico. Haveria um decréscimo significativo de recurso à Playstation o que podia salvar muitos casamentos. Ficaria conhecido como o Santo António contemporâneo e dedicar-se, então, à Santa Fé ( já que de gestão de municípios não percebe muito). Já viu as mais valias?
Atendendo ao facto de nos últimos tempos ter sido objecto de atenção dos flashes instalados como expressão de terrorismo moderno, vamos fazer um negócio: esquecemos as multas e dá-me o NIB da Câmara para que possa fazer, mensalmente, umas doações ao abrigo da Lei do Mecenato. Pelo menos ainda tenho algum retorno no IRS!
Perdoe-me a petulância, Sr. António, mas hoje sei que candidatos que não se façam acompanhar pelo Toy, não merecem a minha confiança.
1 comentário:
Cara Aranha, concordo e subscrevo. Considero mesmo que colocar gincanas seria insuficiente;que tal a realização de peddy papers pelos radars de lisboa?Sempre combatíamos o isolamento social e ainda poderíamos vender uns bilhetes para quem quisesse assistir. Sempre conseguiamos dinheiro para pagar as multas.
beijocas
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